Fandango - No fandango ocorre, nalguns estados (Ceara,
Bahia, Paraíba, onde o chamam “Barca”) a presença de mouros que atacam a nau e
são vencidos e batizados, episódios que constituem a “chegança” ou “chegança de
mouros”. Em Pernambuco e Rio Grande do Norte não há mouros nem lutas guerreiras.
Luís da Câmara
Cascudo. DICIONÁRIO DO FOLCLORE BRASILEIRO. Pag. 257. Rio de Janeiro – 1954.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Chegado. (Ponteio)
Álbum: Villa Velha.
Ana Maria & Matias Moreno ao lado da Produção: Franco- Brasileira. Cachoeira-Bahia.
Foto: Produção.
Queridos... Velhos e Novos Amigos, nosso "Acervo Musical" está disponível na Radio Barreirinha(Portugal). Façam os seus pedidos e em Cartaz no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube. Até breve e Muito Obrigado.
Modinha - A Bahia foi de fato o reduto inicial da moda
portuguesa e possivelmente onde esta ganhou o diminutivo “modinha”, como nos
sugere Vincenzo Cernicchiaro: “La ‘Modinha’ fioriva nella classica Bahia, ove,
del resto, nacque e crebbe. A “Modinha” floresceu na clássica Bahia, onde, aliás,
nasceu e foi criada.
Vincenzo Cernicchiaro.
STORIA DELLA MUSICA NELL BRASILE: (Dai tempi coliniali sino ao nostri giorni - 1549 - 1925). Pag. 55. Milano - 1926.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Lá na Serra. (Modinha)
Álbum: Villa Velha.
Foto: Cortesia.
Muito Obrigado... Amigos. Nosso "Acervo Musical" encontra-se á disposição de todos na Radio Barreirinha.(Portugal). Façam os seus pedidos. E no You Tube no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira). Até Breve.
Modinha - A moda portuguesa também se espalhou para outras
localidades como Rio de Janeiro e São Paulo, sempre atrelada às camadas mais
populares, junto às quais terminou incorporando o lundu, praticado pelos negros
da colônia, que seria responsável pela languidez que transformou a moda
portuguesa em modinha brasileira. E foi assim, popular e lasciva que, a agora,
modinha brasileira, foi para Portugal, onde conquistaria a corte e a sociedade
portuguesa setecentista. A modinha brasileira chega a Portugal através de
Domingos Caldas Barbosa, mulato filho de pai português e mãe angolana que
conheceu tanto a modinha quanto o lundu durante a sua juventude, passada no Rio
de Janeiro, onde também desenvolveu seus dotes de improvisador
José Ramos Tinhorão. DOMINGOS CALDAS BARBOSA: O Poeta da
Viola, da Modinha e do Lundu (1740-1800). São Paulo - 2004.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Cabocla. (Modinha)
Álbum: Boa Viagem.
Foto: Barbara Luana Brito.
Até breve... Estimados amigos, colaboradores e admiradores. Informando-lhes que sem nunca sair de "cartaz" estamos no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube aguardando á vossas ilustres presenças. Muito Obrigado.
Batuque - O “Samba de Roda” em Caçapava. (1918 e 1922)
iniciava-se, com desafio entre dois violeiros durante o qual notava-se “Passes
de viola, isto é, acrobacias feitas com os próprios instrumentos”. Depois
daquele seguia-se a parte coreográfica. Para inicia-la um cantador lançava
quadra ou dístico os homens respondiam ao mesmo tempo que, batendo os pés,
formavam um circulo cujo centro era ocupado pelos instrumentistas (que tocavam
viola e caixa). Cantando pediam as mulheres que entrasse para a roda. Estas
intercalavam-se no circulo dos homens, um atrás do outro (“Fila Indiana”). A
roda progredia, dançadores gingando, com a mão na cintura ou no ombro de quem
ia a sua frente.
Rossini Tavares de Lima. MELODIA E RÍTMO NO FOLCLORE DE SÃO
PAULO. São Paulo - 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Roda de Samba. (Batuque)
Álbum: Villa Velha.
Foto: Adela Aragón López.
Muito Obrigado... Queridos amigos. Estamos aguardando ás vossas ilustres presenças no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) YOU TUBE. Ate breve !!!
Galope - É um dos tipos de martelo, no “desafio”, sextilha
de decassílabos.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 285. Rio de Janeiro -1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Gangaço. (Galope)
Álbum: Minha Terra.
Foto: Georgina de Milão.
Muito Obrigado... Querido Amigos, Colaboradores e Admiradores. Estamos em "Cartaz" no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) "You Tube". E através dos vossos ilustres pedidos á Radio Barreirinha (Portugal) disponibilizarão o nosso Acervo Musical. Outrossim não percam o Ponto de Conexão com á eminente jornalista Claudia Araújo na Terça-Feira. Com a "reapresentação" na próxima Terça-Feira, dia 5 às 15 horas. Bom divertimento.
Xácara - Romance, seguidilha, que se canta á viola em som
alegre, regista o Dicionário de Domingos Vieira. É a definição de Morais que adianta
ter vindo xácara do castelhano. Narrativa popular, em verso.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 646. Rio de Janeiro – 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
O Coronel. (Xácara)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Coaxi Equipe.
Ana Maria recebe o Premio: "Mulheres Empreendedoras do Recôncavo Meridional" das mãos da Jornalista Naiara Oliveira.
Foto: Ageu Cardeal.
Forte Abraço... Queridos Amigos !!!
Queremos agradecer á vossas visitas no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira)
Repente Amartelado - É verdadeiramente o grande instrumento
da cantoria sertaneja. Violeiro é sinônimo de cantador. Outrora amarravam uma
fita nas cravelhas, depois de cada vitória. Vi algumas violas espetacularmente
enfeitadas de fitas multicores, orgulho do cantador, que evocava os desafios
representados por esses símbolos.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 639. Rio de Janeiro - 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Viola Caipira. (Repente Amartelado)
Álbum: Fonte Nova.
Foto: Cortesia.
Muito Obrigado... Queridos amigos, colaboradores e admiradores.
Estamos em Cartaz no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira)