Fandango - No rio São Francisco, Minas Gerais. Dançam oito
homens de cada lado, com voltas e sapateados. Cantam versos comuns, quadrinhas,
e o côro responde: Fandangô!
Manoel Ambrósio. BRASIL INTERIOR. Págs. 124 e 126. São Paulo
- 1934.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
O Carrancismo. (Cantiga)
Álbum: Rua da Festa.
Foto: Cortesia.
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Ana Maria E Matias Moreno (Face Book).
Muito Obrigado. Amigos, Admiradores e Colaboradores.
Fandango - Os Congos são uns pretos, vestidos de reis e de
príncipes, armados de espadas, e que fazem uma especie de guarda de honra a
tres rainhas pretas. As rainhas vão no centro, acompanhando a procissão de S.
Benedicto e de Nossa Senhora do Rosario, e são protegidas por sua guarda de
honra contra dous ou tres do grupo, que forcejam por lhes tirar as coroas. Tem
um premio aquelle que consegue tirar uma corôa.
Sylvio Roméro. CANTOS POPULARES DO BRASIL. Págs. XIII e XIV.
Rio de Janeiro e São Paulo - 1897.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Fandango - Na costa de São Paulo e norte do Paraná, o
fandango faz parte da vida caiçara. Quando uma família precisava abrir uma
roça, erguer uma casa ou puxar uma canoa, chamava os vizinhos para um mutirão.
Ao fim do trabalho, oferecia comida e promovia um baile. No fandango batido, os
dançarinos marcavam o ritmo com os tamancos. No bailado, ou valsado, os pares
dançavam de forma mais suave. As cantigas falavam de amores, saudades e
acontecimentos locais. Cada comunidade cultivava suas modas e seu jeito de
dançar. O fandango integra um patrimônio cultural muito maior. Os navegadores
portugueses trouxeram crenças e costumes que ganharam novos sentidos no Brasil.
Na Ilha dos Lençóis, no Maranhão, por exemplo, Dom Sebastião entrou para o
mundo dos encantados. A história reúne elementos portugueses, africanos e
indígenas.
João Lara Mesquita. MAR SEM FIM. 30/9/2026.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Na Ponta da Areia. (Batucajê)
Álbum: Rua da Festa.
Foto: Cortesia do Teatro.
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Fandango - No samba de roda, existem muitas variações sobre
as cantigas, que possuem nomes diferentes a depender do local. Na ilha, em
Salvador e municípios próximos predomina o samba corrido, e as influências
urbanas. O samba chula característico, também chamado samba de viola e samba
amarrado, se encontra na antiga região da cana que abrange Maracangalha, São
Francisco do Conde, Terra Nova, Teodoro Sampaio, Saubara, Santiago do Iguape e
principalmente Santo Amaro. Uma dupla de cantadores canta a chula e outra dupla
e o coro das mulheres responde com o relativo, sendo um verso menor que
“arremata” a chula. Nessa hora, ninguém entra na roda para sambar. Esperando os
homens terminar de cantar e começar a parte instrumental com solos de viola e
da percussão. A Sambadeira agora samba com passos miudinhos “peneirando” e
percorrendo a roda toda, até dar umbigada para outra Sambadeira que espera até
a próxima chula cantada.
Katarina Döring. A CHULA NO SAMBA DO RECÔNCAVO. Pag. 20.
Salvador - 2009.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Mãe Preta. (Chula)
Álbum: Boa Viagem.
Foto: Monsieur Jaffre.
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Até Breve...
Estamos aguardando á todos no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira)
Fandango - A folgança dos Marujos representa-se com um
batalhão de rapazes vestidos á maruja, que conduzem um naviosinho. Cantam
versos variados e fazem evoluções múltiplas. Depois de fingir uma lucta, vão
coser o panno, no fim do que ha o episodio do gageiro, cantando-se os versos da
Náo Catherineta de origem portugueza.
Silvio Romero. CANTOS POPULARES DO BRASIL. Pag. XII. Rio de
Janeiro / São Paulo - 1897.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Puxada de Rede. (Jongo-Canção)
Álbum: Rua da Festa.
Foto: Drica de Castro.
Foto: Drica de Castro.
Foto: Drica de Castro.
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Fandango – No sul (Paraná, Santa Catarina, S. Paulo e Rio
Grande do Sul) Fandango é baile, festa, função em que se bailam várias danças
regionais. Seria nesta acepção, vindo das repúblicas do Prata, fiesta gauchesca
com baile.
Eleutério F. Tiscornia. POETAS GAUCHESCOS. Pag. 321. Buenos
Aires – 1940.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Canjerê - Chama-se Chiba na província do Rio de Janeiro, Samba
nas do Norte, Cateretê na de Minas, Fandango nas do Sul uma funcção popular da
predilecção dos pardos e mestiço em geral, que consiste em se reunirem damas e
cavalheiros em uma sala ou n’um alpendre para dansar e cantar. Variadas são as
tocatas e as dansas. Ordinariamente, porém consiste o baile rústico em
sentarem-se em bancos á roda da sala os convidados, e, ao som das violas e
pandeiros, pular um par ao meio do recinto a dansar com animação e requebros
singulares o Bahiano ou outras variações populares.
Silvio Romero. CANTOS POPULARES DO BRASIL. Pag. XV. Rio de
Janeiro/São Paulo - 1897.
7º Área do Fandango (Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Canjerê. (Samba de Côco)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Filipe Costa.
Foto: Richard Mas // Arte: Vitor Vianna.
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