Cateretê – Em São Paulo dizem fandango uma dança aproximada
do cateretê e outras vezes sinônimo da chula. O padre Covarrubias fala em fandangos
dançados pelo Coroados diante dos túmulos.
Renato Almeida. HISTORIA DA MÚSICA BRASILEIRA. Págs. 173 e
174. Rio de Janeiro - 1942.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Fonte Nova. (Cateretê)
Álbum: Fonte Nova.
Foto: Paulo Souza.
Foto: Richard Mas // Arte: Vitor Vianna.
Muito Obrigado... Queridos Amigos, Colaboradores e Admiradores estamos á vossa disposição no You Tube: Cine ABC (Música Folclórica Brasileira). Face Book: Ana Maria E Matias Moreno. E á "pedidos" na Radio Barreirinha(Portugal).
Chula - As Chulas são as únicas rainhas das danças do norte.
Descemos ao Baixo Minho e entramos no reino dos "Malhões”, o ambiente é de
folia e animação. É conhecido como "Malhão Velho”. “Malhão Minhoto” ou
simplesmente "Malhão". A dança começa quando os pares dispostos em
círculo se voltam para dentro dando a direita à moça. Depois de irem dançando
em “Passo de Chula", e de o mandador dar ordem, eis que se inicia o
"Voltear". É executado em cinco tempos, durante os quais os pares
volteiam sobre si em passos mais largos. No final deste movimento surge o característico
"Pulo" a “Pé-Coxinho”.
Fonte: Semibreves. MUSICA TRADICIONAL PORTUGUESA.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Todo Dia. (Samba-Chula)
Álbum: Á Folha da Mata.
Foto: Adela Aragón López.
Em Breve... Estaremos em Santo Amaro da Purificação (Bahia).
Siga-nos: Face Book - Ana Maria E Matias Moreno.
You Tube - Ana Maria & Matias Moreno.
Muito Obrigado... Queridos Amigos e Até Logo Mais.
Fandango – Musicalmente dependente da área anterior, porém
definida pela preservação de velhas danças sapateadas e palmeadas, como a
Chimarrita, o Anu, o Quero Mana, etc.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONÁRIO DO FOLCLORE BRASILEIRO. Pag.418.
Rio de Janeiro – 1954.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Pé de Bode. (Arrasta-Pé)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Islei Dourado.
Muito Obrigado... Queridos amigos, colaboradores e admiradores estamos á "pedidos" na Radio Barreirinha (Portugal), Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube, e Ana Maria E Matias Moreno em Face Book. Estaremos aguardando á todos com carinho e respeito.
Fandango - É sempre um auto popular, já tradicional na
primeira década do séc. XIX, convergência de cantigas brasileiras e de xácaras
portuguesas, distinguindo-se a nau catarineta, o Su’Alteza a quem Deus guarde que é o “Capitão da Armada”.
Jaime Cortesão. O QUE O POVO CANTA EM PORTUGAL. Pag. 142.
Rio de Janeiro – 1942.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Nau Lisboeta. (Romance)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Cortesia.
Muito Obrigado... Queridos Amigos !!!
- CONVITE -
Quarta-Feira (22/07/2026) ás 14:30 horas, estaremos na
Chula - Chula Amarantina; Chula de Santa Cruz; Barqueiros e
"Paus”. Estas são apenas algumas das versões da ‘Chula' que percorre as
margens do Douro e se estende até ao Minho. Atrai para os átrios das igrejas,
os que gostam de bailar e sempre que chega o Natal, aproveita-se para comemorar
com umas "Chulalas".
Fonte: Semibreves. MUSICA TRADICIONAL PORTUGUESA.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Villa Velha. (Chula)
Álbum: Villa Velha.
Foto: Chico de Rufino.
Muitíssimo Obrigado... Queridos admiradores por nos visitarmos; á pedidos estaremos na Radio Barreirinha(Portugal) e no "You Tube" em Cine ABC (Música Folclórica Brasileira). Sendo que estamos presentes no Ana Maria E Matias Moreno atuando no "Face Book". Até a próxima.
Baiano ou Baião – Dança sapateada, em que os personagens
davam castanholas do começo ao fim. Estes eram convidados da seguinte maneira:
sentados ou de pé, esperavam que o tocador se aproximasse, requebrando-se, e
lhes fizesse uma cortesia, que constava de um comprimento aberto no qual a
viola continuava a tocar.
Renato Almeida. HISTORIA DA MÚSICA BRASILEIRA. Pag. 331. Rio
de Janeiro - 1942.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
O Divino. (Baião)
Álbum: Lagoa da Onça.
Foto: Adela Aragón López.
Agradecidos pelo carinho e ressaltando-lhes que á pedidos nosso acervo musical encontra-se na "Radio Barreirinha"(Portugal) e no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) YOU TUBE.
Marcha Junina - São João é festejado com as alegrias
transbordantes de um Deus amável e dionisíaco com farta alimentação, musicas,
danças, bebidas e uma marcada tendência sexual nas comemorações populares, adivinhações
para casamentos, banhos coletivos pela madrugada, prognóstico de futuro,
anúncio da morte no curso do ano próximo.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONÁRIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 328. Rio de Janeiro – 1954.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Pé da Serra. (Marcha Junina)
Álbum: Lagoa da Onça.
Foto: R-Tec. Informatica.
Muito Obrigado... Queridos amigos, colaboradores e admiradores. Boas diversões no "Período Joanino" e continuem conosco no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira), YOU TUBE. E seguindo na Radio Barreirinha(Portugal), fazendo seus pedidos. Até breve.
Fandango - No fandango ocorre, nalguns estados (Ceara,
Bahia, Paraíba, onde o chamam “Barca”) a presença de mouros que atacam a nau e
são vencidos e batizados, episódios que constituem a “chegança” ou “chegança de
mouros”. Em Pernambuco e Rio Grande do Norte não há mouros nem lutas guerreiras.
Luís da Câmara
Cascudo. DICIONÁRIO DO FOLCLORE BRASILEIRO. Pag. 257. Rio de Janeiro – 1954.
7º Área do Fandango ( Acompanhando o litoral dos Estados
sulinos ).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Chegado. (Ponteio)
Álbum: Villa Velha.
Ana Maria & Matias Moreno ao lado da Produção: Franco- Brasileira. Cachoeira-Bahia.
Foto: Produção.
Queridos... Velhos e Novos Amigos, nosso "Acervo Musical" está disponível na Radio Barreirinha(Portugal). Façam os seus pedidos e em Cartaz no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube. Até breve e Muito Obrigado.
Modinha - A Bahia foi de fato o reduto inicial da moda
portuguesa e possivelmente onde esta ganhou o diminutivo “modinha”, como nos
sugere Vincenzo Cernicchiaro: “La ‘Modinha’ fioriva nella classica Bahia, ove,
del resto, nacque e crebbe. A “Modinha” floresceu na clássica Bahia, onde, aliás,
nasceu e foi criada.
Vincenzo Cernicchiaro.
STORIA DELLA MUSICA NELL BRASILE: (Dai tempi coliniali sino ao nostri giorni - 1549 - 1925). Pag. 55. Milano - 1926.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Lá na Serra. (Modinha)
Álbum: Villa Velha.
Foto: Cortesia.
Muito Obrigado... Amigos. Nosso "Acervo Musical" encontra-se á disposição de todos na Radio Barreirinha.(Portugal). Façam os seus pedidos. E no You Tube no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira). Até Breve.
Modinha - A moda portuguesa também se espalhou para outras
localidades como Rio de Janeiro e São Paulo, sempre atrelada às camadas mais
populares, junto às quais terminou incorporando o lundu, praticado pelos negros
da colônia, que seria responsável pela languidez que transformou a moda
portuguesa em modinha brasileira. E foi assim, popular e lasciva que, a agora,
modinha brasileira, foi para Portugal, onde conquistaria a corte e a sociedade
portuguesa setecentista. A modinha brasileira chega a Portugal através de
Domingos Caldas Barbosa, mulato filho de pai português e mãe angolana que
conheceu tanto a modinha quanto o lundu durante a sua juventude, passada no Rio
de Janeiro, onde também desenvolveu seus dotes de improvisador
José Ramos Tinhorão. DOMINGOS CALDAS BARBOSA: O Poeta da
Viola, da Modinha e do Lundu (1740-1800). São Paulo - 2004.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Cabocla. (Modinha)
Álbum: Boa Viagem.
Foto: Barbara Luana Brito.
Até breve... Estimados amigos, colaboradores e admiradores. Informando-lhes que sem nunca sair de "cartaz" estamos no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube aguardando á vossas ilustres presenças. Muito Obrigado.
Batuque - O “Samba de Roda” em Caçapava. (1918 e 1922)
iniciava-se, com desafio entre dois violeiros durante o qual notava-se “Passes
de viola, isto é, acrobacias feitas com os próprios instrumentos”. Depois
daquele seguia-se a parte coreográfica. Para inicia-la um cantador lançava
quadra ou dístico os homens respondiam ao mesmo tempo que, batendo os pés,
formavam um circulo cujo centro era ocupado pelos instrumentistas (que tocavam
viola e caixa). Cantando pediam as mulheres que entrasse para a roda. Estas
intercalavam-se no circulo dos homens, um atrás do outro (“Fila Indiana”). A
roda progredia, dançadores gingando, com a mão na cintura ou no ombro de quem
ia a sua frente.
Rossini Tavares de Lima. MELODIA E RÍTMO NO FOLCLORE DE SÃO
PAULO. São Paulo - 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Roda de Samba. (Batuque)
Álbum: Villa Velha.
Foto: Adela Aragón López.
Muito Obrigado... Queridos amigos. Estamos aguardando ás vossas ilustres presenças no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) YOU TUBE. Ate breve !!!
Galope - É um dos tipos de martelo, no “desafio”, sextilha
de decassílabos.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 285. Rio de Janeiro -1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Gangaço. (Galope)
Álbum: Minha Terra.
Foto: Georgina de Milão.
Muito Obrigado... Querido Amigos, Colaboradores e Admiradores. Estamos em "Cartaz" no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) "You Tube". E através dos vossos ilustres pedidos á Radio Barreirinha (Portugal) disponibilizarão o nosso Acervo Musical. Outrossim não percam o Ponto de Conexão com á eminente jornalista Claudia Araújo na Terça-Feira. Com a "reapresentação" na próxima Terça-Feira, dia 5 às 15 horas. Bom divertimento.
Xácara - Romance, seguidilha, que se canta á viola em som
alegre, regista o Dicionário de Domingos Vieira. É a definição de Morais que adianta
ter vindo xácara do castelhano. Narrativa popular, em verso.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 646. Rio de Janeiro – 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
O Coronel. (Xácara)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Coaxi Equipe.
Ana Maria recebe o Premio: "Mulheres Empreendedoras do Recôncavo Meridional" das mãos da Jornalista Naiara Oliveira.
Foto: Ageu Cardeal.
Forte Abraço... Queridos Amigos !!!
Queremos agradecer á vossas visitas no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira)
Repente Amartelado - É verdadeiramente o grande instrumento
da cantoria sertaneja. Violeiro é sinônimo de cantador. Outrora amarravam uma
fita nas cravelhas, depois de cada vitória. Vi algumas violas espetacularmente
enfeitadas de fitas multicores, orgulho do cantador, que evocava os desafios
representados por esses símbolos.
Luís da Câmara Cascudo. DICIONARIO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
Pag. 639. Rio de Janeiro - 1954.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Viola Caipira. (Repente Amartelado)
Álbum: Fonte Nova.
Foto: Cortesia.
Muito Obrigado... Queridos amigos, colaboradores e admiradores.
Estamos em Cartaz no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira)
Terno - Alguns, muitos mesmo tocadores de flauta,
violoncelo, rabecas, etc., juntava-se aos Cantores, que os alumiavam,
desenrolando músicas escritas.
A um
momento dado, findos os preparos os Encomendadores das Almas desciam lentos de
sua soturna estância; e, rompendo a marcha, a campanhia vibrava metálica, a
matraca batia, a procissão desfilava, tétrica, pavorosa e de fazer arrepiar os
cabelos.
Melo Morais Filho. FESTAS E TRADIÇÕES POPULARES DO BRASIL.
pag. 193. Rio de Janeiro -1946.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Terno das Almas. (Terno)
Álbum: A Folha da Mata.
Foto: Sorbonne.
Muito Obrigado. Amigos, Colaboradores e Admiradores da nossa Arte Lítero-Musical.
Seguimos em "Cartaz" no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) You Tube.
Martelo - Há confusão na nomenclatura dos tipos poéticos
sertanejos em sua maioria pela ignorância dos cantadores analfabetos ou rapidez
do registro do observador. Esse tipo de alexandrino nunca se adaptou na
literatura tradicional brasileira mas o nome ficou, origem erudita visível em
sua ligação clássica com os letrados portuguêses do primeiro quartel do século
XVIII.
Luís da Câmara Cascudo. VAQUEIROS E CANTADORES. Pag. 13 e
14. Porto Alegre - 1939.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Martelo. (Martelo)
Álbum: Minha Terra.
Foto: Cortesia.
Até breve... Queridos amigos: Quarta-Feira na Rádio Barreirinha e todos os dias no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira) - YOU TUBE. Contamos com as vossas ilustres presenças. Muitíssimo obrigado.
Batuque - Samba de Viola e Samba Amarrado, se encontra na
antiga região da cana que abrange Maracangalha, São Francisco do Conde, Terra
Nova, Teodoro Sampaio, Saubara, Santiago do Iguape e principalmente Santo
Amaro.
Katharina Döring. A CHULA NO SAMBA DO RECÔNCAVO. Notas da
contracapa do CD e DVD. “CANTADOR DE CHULA”. Salvador - 2009.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Oxóssi. (Batuque)
Álbum: Rua da Festa
Foto: Guto Cordeiro.
Até Breve... Queridos Amigos, Colaboradores e Admiradores. Muito Obrigado.
Gemedeira - Segurou a viola com estranha unção chamando-a de
encontro ao peito. Sentiu uma enorme e estranha vontade de trovar. E batendo os
dedos na madeira, sustentou a “gemedeira”. E com ela parecia que o sertão
inteiro chorava também.
Paulo Dantas. DELMIRO GOUVEIA E OUTROS SERTÕES. Pag. 73. São
Paulo - 1976
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Nova República. (Gemedeira)
Álbum: Minha Terra.
Foto: Monsieur Jaffre.
Muito Obrigado... Queridos amigos, admiradores e colaboradores
Bate - Pé - Após a Moda
do “catira”, “cateretê” ou “bate-pé”, cantam os “recortes” antes de cada
sapateado. Abecês, (o A.B.C, isto é, uma série de estrofes iniciadas com as
letras do alfabeto, é um gênero poético cultivado em todo o país, sejam os
matutos e tabaréus do Norte, os “quejeiros” goianos, os capiaus mineiros ou os
caipiras paulistas), Moda catireiras e Modas diversas.
Cornélio Pires. SAMBAS
E CATERETÊS. São Paulo – 1932.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Bate Pé. (Bate-Pé)
Álbum: Bate Pé.
Foto: Adela Aragón López.
Muito Obrigado por vossas visitas.
E lembrando que estamos em "Cartaz" no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira).
Modinha - Os instrumentos típicos acompanhadores das
modinhas cultivadas em solo brasileiro em sua fase inicial foram: a viola de
arame e a guitarra que, foram trazidas pelos colonizadores portugueses.
Siqueira Batista. MODINHAS DO PASSADO. Pag. 38. Rio de
Janeiro – 1979.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Romance - Trabalha-se, bebe-se e canta-se. Isto é nas
populações agrícolas das mattas; nas criadoras dos sertões observam-se os
mesmos costumes com as indispensáveis alterações. Os vaqueiros usam do celebre
aboiar, e alguns dos nossos romances e xácaras mais originaes, como o Boi-Espacio,
o Rabicho da Geralda, a Vacca do Burel, têm esta origem.
Silvio Romero. CANTOS POPULARES DO BRASIL. Pag. XVII. Rio de
Janeiro/São Paulo - 1897.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
Lagoa da Onça. (Romance)
Álbum: Lagoa da Onça.
Foto: Buenos Aires Fotografias.
Até Breve... Estimados amigos, colaboradores, admiradores, frequentadores
e pesquisadores da nossa Brasiliana. Continuamos em Cartaz no
Toré - A viola deve ter sido o primeiro instrumento de
cordas que o Brasil conheceu. O século do povoamento brasileiro, o séc. XVI, foi á época do esplendor da viola em Portugal, expresso nos autos de Gil Vicente e nos
Cancioneiros. O padre Fernão Cardim cita abundantemente a viola. A orquestra típica
das festas jesuíticas era a viola o pandeiro, o tamboril e a flauta. Espalhou-se
por toda parte. É ainda o instrumento animador dos velhos bailes populares e
devocionais no norte e no sul do país.
Luís da Câmara Cascudo. VAQUEIROS E CANTADORES. Págs. 135 e
140. Porto Alegre - 1939.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
O Côco. (Toré)
Álbum: Boa Viagem.
Foto: Monsieur Jaffre.
Em Cartaz no Cine ABC (Música Folclórica Brasileira).
Romance - Por alli se verá que a mór parte dos romances,
xácaras, cheganças, reisados e canções varias que aqui se encontram são cantados,
são acompanhados de musicas muito expressivas e repetidos em festas e folguedos
muito originaes. E, precedendo multidão numerosa, agitando archotes accesos, a
marujada avulta com tocatas de violão, flauta, viola, rabeca, etc., encaminhando-se
para uma casa abarracada, cujas janellas se apinham de gente que se atropella para
vêl-a.
Silvio Romero. CANTOS POPULARES DO BRASIL. Pag. 367 e 370.
Rio de Janeiro/São Paulo - 1897.
6º Área da Moda de Viola (Projetando-se de São Paulo, onde
confina com a Área do Samba, para o centro e o sul do país).
Joaquim Ribeiro. FOLCLORE BRASILEIRO. 1914.
- SALÃO DE AUDIÇÃO -
A Nau Lisboeta. (Romance)
Álbum: Maré Alta.
Foto: Monsieur Jaffre.
Queridos Amigos e Admiradores continuamos em Cartaz no